Logo
Ginástica Artística Masculina Ginástica Artística Feminina Ginástica Rítmica Ginástica Aeróbica Esportiva Ginástica de Trampolim Ginástica para Todos Ginástica Acrobática
 
Você está em: Inicial > modalidades > ginastica-artistica-masculina > informacoes-tecnicas.php



Índice   |   História   |   Informações Técnicas   |   Inscrições   |   Provas   |   Regulamento   |   Resultados

Ginástica Artística Masculina - Informações Técnicas

Por Andréa João

A ginástica olímpica é uma das modalidades esportivas mais populares do programa olímpico, e já faz mais de um século que a Federação Internacional de Ginástica (FIG) reúne representantes, de praticamente todos os continentes do mundo. É um desporto que se distingue pela grande variedade de movimentos artificiais, dinâmicos ou estáticos, de difícil coordenação, executados em condições especiais: nos aparelhos, em que o nível dos ginastas é avaliado por um grupo de juizes, conforme os critérios de dificuldade do programa, a composição e a qualidade de execução (SMOLEVSKIY,1996).

As competições oficiais (que seguem as normas da FIG) envolvem seis provas masculinas - solo, cavalo com alças, argola, salto, paralelas simétricas e barra, e quatro femininas - salto, paralelas assimétricas, trave de equilíbrio e solo.

As competições internacionais oficiais de Ginástica Olímpica masculina e feminina da Federação Internacional de Ginástica (FIG) são divididas em 4 dias cada:

1º dia- Competição I – Eliminatórias – Competem todos os ginastas e são classificados: os 24 primeiros ginastas (sendo no máximo 3 por país) para a competição II, os 8 melhores ginastas por prova (sendo no máximo 2 por país) para a competição III e as 8 melhores equipes para a competição IV.

2º dia- Competição IV – Finais por equipe. A competição é zerada e participam as 8 melhores equipes classificadas na competição I e determina o  “Campeão por Equipes”.

3º dia – Competição II – Final Individual Geral. Competem os 24 melhores ginastas classificados na Competição I sendo no máximo três por país. A competição parte do zero e determina o “Campeão Individual Geral”, ou seja, vence o ginasta que tiver o maior número de pontos somando todas as provas.

4º dia – Competição III – Final por Prova. Competem os 8 melhores ginastas classificados na Competição I sendo no máximo dois por país. Determina o “Campeão por Prova” , ou seja o melhor ginasta na prova de salto, o melhor na barra e assim por diante.

Nadia Comaneci, Olga Korbut e Mary Lou, nomes da ginástica olímpica feminina reconhecidos mundialmente, influenciaram milhões de jovens a iniciarem a prática da ginástica. De acordo com Rainer Martens, em seu artigo, "Jovens Esportistas Nos Estados Unidos", do livro, Criança no Esporte, existem mais de dois milhões de ginastas nos Estados Unidos (considerando-se os dois sexos). Muitos desses ginastas sonham em ganhar uma medalha de ouro nas olimpíadas, mas há um grande número de praticantes que se interessam pelo aspecto lúdico e social da ginástica. Há também aqueles que optam pela ginástica para desenvolver suas capacidades corporais, que podem ser transferidas para outras modalidades esportivas ou situações de vida. Dessa forma a ginástica pode ser praticada, desde os níveis recreativos, até os níveis de competição (FEENEY,1983).

No Brasil, os adeptos da ginástica olímpica podem praticar o esporte seguindo uma das duas linhas de atuação: Linha de Massificação e Linha de Competição. A diferença básica entre uma e outra está no objetivo a ser alcançado. No primeiro tipo, encontramos pessoas, cujo propósito é praticar esporte, para usufruir dos benefícios que este pode proporcionar à saúde, ou para melhoria das capacidades físicas, para socialização, por lazer,  entre outros, fazendo da ginástica olímpica uma ferramenta para alcançá-los. Para fazer parte deste grupo, e para começar a praticar, basta estar em bom estado de saúde, não importando a idade. A freqüência semanal e a duração das aulas vão depender da vontade e disponibilidade da pessoa. Neste caso, não existe um compromisso do aluno com o aprimoramento da técnica, ou exigências (regras do desporto) do código de pontuação, pois tudo pode ser adaptado (JOÃO, FERNANDES FILHO E DANTAS, 1999).

Para atuar na Linha de Competição, é preciso que o atleta, antes de tudo, reúna as características físicas e psicológicas específicas, exigidas pela modalidade e que seja considerado um “talento esportivo”. É fundamental, começar a praticar a ginástica, desde cedo, pois, devido à variedade de aparelhos e à complexidade dos exercícios, esse esporte exige um sistema de preparação a longo prazo, que se inicia em torno dos cinco anos, e que pode durar, em média até os vinte anos (FILIN,1998). As atletas da linha de competição têm por objetivo atingir a performance máxima, em busca de resultados em competições internacionais, e devem, para isso submeter-se a treinamentos rigorosos, dedicando grande parte de suas vidas a essas metas.

Os maiores nomes da Ginástica Olímpica Brasileira da atualidade são Arthur Zanetti (SP), Sergio Sasaki (RJ)  e Diego Hypolito (RJ).

Diversos atletas filiados a FGERJ participaram de Jogos Olímpicos na modalidade sendo eles João Luiz (Los Angeles 1984), Guilherme Sagesse (Seul 1988), Marco Monteiro (Barcelona 1992/ Atlanta 1996),

Diego Hipólyto (Pequim 2008/ Londres 2012), Sérgio Sazaki (Londres 2012).

Diego Hipólyto foi o primeiro ginasta brasileiro a obter o título de campeão mundial no aparelho Solo. Alcançou ainda neste aparelho a chance de disputar uma final olímpica em Pequim.

Sergio Sazaki nas Olimpíadas de Londres 2012 obteve uma inédita décima colocação no individual geral.


AABB Tijuca     Giro - Escola de Ginástica de Rio das Ostras     Flamengo
Federação de Ginástica do Estado do Rio de Janeiro ® Política de Privacidade   /   Publicidade   /   Mapa do Site       Contato       Facebook       Youtube
Desenvolvido por MelhorWeb Tecnologia